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Entidades articulam movimento pela volta do transporte coletivo
Entidades articulam movimento pela volta do transporte coletivo 05 de maio de 2020

O transporte coletivo segue suspenso por tempo indeterminado em Santa Catarina. A proibição dos ônibus impõe uma dificuldade de deslocamento para os trabalhadores do comércio e outros segmentos da economia.

 

A busca pela retomada desse serviço pautou uma reunião na manhã desta terça-feira (3), com a participação de vereadores, representantes da Prefeitura e lideranças de entidades empresariais e laborais de Criciúma. O encontro finalizou com a formação de uma comissão que buscará audiências com o Comitê de Crise do Governo do Estado e a Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa, em Florianópolis.

 

Nos próximos dias a comissão vai convidar representantes de câmaras de vereadores de outros municípios para endosso ao movimento, ressaltou o presidente da Comissão de Obas e Transporte da Câmara, Salésio Lima. A tentativa no primeiro momento será pela volta gradual dos ônibus, com pelo menos 50% da frota disponível de casa empresa.

 

Entre os setores mais afetados pela paralisação do transporte público está o varejo. Além da dificuldade logística das equipes, a indisponibilidade do serviço faz reduzir drasticamente a movimentação de consumidores, pontua a presidente da CDL de Criciúma, Andréa Gazola Salvalaggio. “O comércio tem sentido demais. Nós acreditamos que, assim como nós comerciantes tivemos condições de nos adaptarmos à nova realidade, o setor de transporte também terá capacidade para tomar as medidas de segurança necessárias”, acredita.

 

A Associação Criciumense de Transporte Urbano (ACTU) garante que tem condições de promover a segurança dos passageiros no caso de haver a retomada. “Tivemos, hoje, mais uma tentativa de mostrar ao Governo a necessidade do transporte coletivo em Criciúma, e em todo o Estado. Quando há uma greve, por exemplo, os juízes determinam a obrigação de manter o transporte coletivo por ser de primeira necessidade, e agora, porque isso não é mais considerado?”, questionou o presidente da Associação, Everton Trento.


Texto com informações da Assessoria de Imprensa Câmara de Vereadores de Criciúma

Imagem: Câmara Criciúma/Divulgação